quarta-feira, 21 de março de 2018

AQUÍFEROS



Em hidrogeologia, considera-se aquífero apenas a água que circula na zona saturada, isto é, na zona abaixo da superfície freática, é considerada água subterrânea.

A água subterrânea representa 21% do total da água doce do planeta ou 97% da água doce não congelada.

Zona Saturada

Fica situada abaixo da superfície freática e nela todos os vazios existentes no terreno estão preenchidos com água. A superfície freática é aquela onde a água encontra-se submetida à pressão atmosférica.

Zona Não Saturada

Zona de aeração ou zona vadosa é aquela que está situada entre a superfície freática e a superfície do terreno, e nela os poros estão parcialmente prenchidos por gases (ar e vapor d’água) e por água. Essa zona é dividida em três partes:

      Zona capilar, que se estende da superfície freática até o limite de ascenção capilar da água.
      Zona intermediária, compreendida entre o limite de ascenção capilar da água e o limite de alcance das raízes das plantas.
      Zona de evapotranspiração, situada entre os extremos radiculares da vegetação e a superfície do terreno. A água capilar isolada ou suspensa é utilizada para nutrição e funções de transpiração das plantas.


Figura 1 - Distribuição Vertical da Água Subterrânea

Aquífero é uma formação geológica que armazena e permite a circulação subterrânea da água, de onde é possível extrair a mesma, durante um determinado período de tempo, de forma economicamente viável e sem impactos ambientais negativos. As formações permeáveis, como as areias e arenitos, são exemplos de aquíferos.

Para um poço municipal típico, isso pode significar vazões de 1000 a 4000 m3/dia.
Uma quantidade suficiente de água para um poço residencial pode ser menor do que 20 m3/dia.
Numa área de deserto, uma estrutura geológica que forneça 0,5 m3/dia pode ser considerada  como aquífero, produzindo quantidades suficientes de água.

Aquicludes

São formações que podem conter água, e às vezes em grande quantidade, mas são incapazes de transmiti-las em condições naturais.
As formações impermeáveis, como as camadas de argila, são exemplos de aquicludes.

Aquitardes

Enquanto os aquíferos fornecem quantidades significativas de água, aquitardes são formações de baixa permeabilidade, que armazenam água, mas não podem suprir poços de bombeamento. Eles são tipicamente menos permeáveis em mais de uma a duas ordens de grandeza do que o material geológico do aqüífero que eles confinam ou semiconfinam. Em estudos de aqüíferos, aquitardes são também conhecidos como camadas confinantes drenantes.



Aquitardes são delimitados, no topo e na base, por camadas de maior permeabilidade. Podem, contudo, transmitir água suficiente através de enormes áreas, tornando-se importantes em estudos regionais de suprimento de água.

As camadas de argila e de folhelho que separam muitos aquíferos confinados são bons exemplos de aquitardes, transmitindo água através de drenagem vertical.

Um lençol freático, ou superfície freática, é a superfície superior da zona de saturação que está em contato direto com a pressão do ar atmosférico, através dos espaços vazios no material geológico acima. Ao longo dessa superfície, a pressão é considerada como sendo a atmosférica.

A profundidade até ao lençol freático pode ser de menos de 10 metros em regiões úmidas a até mais de 100 metros em climas secos.

Superfície potenciométrica ou piezométrica é a superfície delimitada pela altura dos níveis estáticos de um aquífero. 

No caso de um aquífero freático, a superfície piezométrica se confunde com o lençol freático. No caso de aquífero artesiano ou confinado, esta superfície é imaginária podendo estar situada em diferentes alturas,inclusive no espaço, que é o caso das áreas jorrantes destes aquíferos.

A carga potenciométrica corresponde à energia potencial;  expressa-se, fisicamente,  pela altura da água no poço.

Classificação dos Aquíferos

Os aquíferos são classificados em função da pressão das águas nas suas superfícies limítrofes -  superior, chamada topo, e inferior, chamada base -  e também em função da capacidade de transmissão de água das respectivas camadas limítrofes.

Figura 2 - Tipos de Aquíferos

      Aquífero livre (não confinado)

Também chamado de freático ou não confinado, é aquele cujo limite superior é a superfície de saturação ou freático na qual todos os pontos se encontram à pressão atmosférica.
O termo ‘não confinado’ significa que a superfície freática não está confinada ou impedida de movimentar-se para cima e para baixo, através de materiais menos permeáveis, tais como camadas de argila. 

O aquífero A, na figura,  é do tipo livre. Observe como a superfície freática está sob pressão atmosférica, o fluxo é horizontal e o nível da água no poço localizado na posição 7 é virtualmente o mesmo que o nível da água fora do poço.
Podemos, então, dizer que, sob condições de fluxo horizontal, os níveis de água em poços penetrando um aquífero livre representam a posição da superfície do lençol freático em redor desse poço.

      Aquífero confinado

Também chamado de aquífero sob pressão, aquífero confinado é aquele onde a pressão da água em seu topo é maior do que a pressão atmosférica.

Aquíferos confinados são formações geológicas permeáveis, que são contornadas abaixo e acima por materiais relativamente impermeáveis, e que estão sob pressões maiores do que a pressão atmosférica. Esses estratos de baixa permeabilidade separam os materiais que formam o aqüífero de permeabilidade mais alta do contato direto com a pressão atmosférica e impedem o movimento ascendentes e descendente da água.

Em função das camadas limítrofes, o aquífero confinado pode ser definido como: confinado não drenante e confinado drenante.

Aquífero confinado não drenante: é aquele em que as camadas limítrofes, inferior e superior, são impermeáveis. Na captação por sondagem nesse tipo de aquífero, a água jorra naturalmente sem necessidade de bombeamento e são os poços denominados “jorrantes” ou “artesianos”.

Aquífero confinado drenante: é aquele em que pelo menos uma das camadas limítrofes é semipermeável, permitindo a entrada ou saída de fluxos de água.

O aquífero B, na figura, ilustra um aquífero confinado. A área de afloramento do aquífero na localização 1 é a principal área de recarga. Entretanto, aquíferos que afloram em áreas topograficamente altas não são muito comuns. A maioria dos aquíferos confinados recebe recarga através de drenagem vertical de formações geológicas sobrepostas.

Figura 5 - Aquífero confinado e não confinado


      Aquífero suspenso

É um caso especial de aquífero livre formado sobre uma camada impermeável ou semipermeável, a qual nem armazena nem transmite água. Tem extensão horizontal limitada e mas podem ser fontes adequadas para poços residenciais individuais, mas são inadequados como fontes para poços municipais bombeando por longos períodos.

Na Figura 2, os números 3 e 4 indicam aquíferos suspensos. Observe outra representação na Figura 3.

Figura 3 - Tipos de Aquíferos, mostrando a relação com o nível da água.


No campo, deve-se ter muito cuidado para não tomar-se erroneamente esta água não confinada como sendo o aquífero freático principal.
Zonas saturadas encontradas a muitos metros acima da profundidade esperada geralmente pertencem a aqüíferos suspensos.

Os aquíferos artesianos são aqueles em que a elevação da superfície piezométrica está sobre a superfície do terreno.

Figura 4 - Aquífero artesiano e superfície potenciométrica


Aquífero confinado e não confinado

Poços

Poços não artesianos: são os poços denominados comuns ou de "fundo de quintal".
A cavidade perfurada vai até o nível freático; portanto, dependendo da sua profundidade e do regime de chuvas, tem água permanente ou sem periodicidade.

Poços artesianos: a água penetra no aquífero confinado em profundidades crescentes, onde sofre a pressão hidrostática crescente da coluna de água entre a zona de recarga e um ponto em profundidade. Quando um poço perfura esse aquífero, a água sobe, pressionada pela pressão hidrostática, jorrando naturalmente.



      Condições para poço artesiano

a) sequência de estratos inclinados, onde pelo menos um estrato permeável encontre-se entre estratos impermeáveis e
 b) situação geométrica em que o estrato permeável intercepte a superfície, permitindo a recarga de água nesta camada.

O poço, ao perfurar o aquífero, permite a ascensão da água pelo princípio dos vasos comunicantes.


TRABALHO DE CAMPO 1-2018


OBJETIVOS: Observar e registrar in loco etapas do ciclo hidrológico, as diferentes propriedades físicas do solo e atividades de uso e conservação do solo, correlacionando-os com os conhecimentos teóricos obtidos na disciplina. Desenvolver a capacidade de utilização de mapas e GPS para localizar pontos e feições da paisagem e integrar no mapa dados espaciais, descritivos e temporais obtidos em campo. Desenvolver valores em educação ambiental.

LOCAL DE EXECUÇÃO: O trabalho de campo será executado na área do Parque Estadual de Paracatu.

NORMAS: O Trabalho de Campo 1 será realizado em 07 de abril de 2018, de acordo com as seguintes normas gerais.
1.    Será realizado em duas etapas, cada uma valendo 1,0 ponto.
a.    Etapa 1, que consistirá em atividade de campo, propriamente dita e
b.    Etapa 2, que consistirá na realização de um relatório de campo.
2.    Os alunos serão transportados por condução cedida pela FINOM, com saída às 7:30 em frente à Escola Estadual Prof. Antônio Carlos, retornando às 12:00 ao mesmo local.
3.    A participação nas duas etapas é obrigatória. O aluno que não participar da Etapa 1 não poderá cumprir a Etapa 2.
4.    Cada aluno deverá providenciar e levar consigo: caderneta de campo (uma para cada aluno), escala graduada, 1 lápis H e 1 HB, 2 sacos plásticos para colher amostra de solo, 1 rolo de fita crepe.
5.    Ao final da jornada de campo todos os alunos deverão entregar a caderneta de campo para o visto do professor, devidamente preenchida com os dados obtidos no trabalho de campo. A nota da Etapa 1 será dada com base na caderneta de campo.
Recomendações: Use protetor solar, óculos de sol e chapéu ou boné; leve sua própria água. É obrigatório o uso de sapato ou botina e calça comprida.
TAREFAS A SEREM EXECUTADAS NO CAMPO
1.    Georreferenciar todos os pontos.
2.    Traçar, na caderneta, um esquema da distribuição dos pontos levantados, inserindo todas as observações que puder realizar, como passagem sobre córregos, construções, estradas secundárias, passagem de redes elétricas, afloramentos de rocha, sinalizações da rodovia etc..
3.    Registrar todas as observações e atividades desenvolvidas em cada ponto.

TAREFAS A SEREM EXECUTADAS NO ESCRITÓRIO
O aluno deverá produzir um relatório de campo contendo a descrição completa de todos os pontos observados, incluindo os dados relevantes obtidos em campo.

ENTREGA DO RELATÓRIO DE CAMPO
O relatório de campo deverá ser entregue impresso até o dia 17 de abril de 2018, de acordo com as normas de elaboração de trabalhos acadêmicos.

quarta-feira, 14 de março de 2018

INFILTRAÇÃO


Define-se infiltração como o fenômeno de penetração da água nas camadas do solo próximas a superfície do terreno, movendo-se para baixo, através dos vazios, sob a ação da gravidade, até atingir uma camada suporte, que a retém, formando então a água do solo ou rocha. É geralmente expressa em litros ou centímetros.

Fatores que interferem na infiltração da água no solo

A infiltração da água no solo está sujeita a diversos fatores. Podem ser citados:

       O tipo de solo: solos mais porosos e permeáveis facilitam a infiltração; ao contrário, solos composto de grãos muito finos terão poros reduzidos e baixa permeabilidade, dificultando a infiltração.

Por exemplo, solos argilosos tendem a ter maior conteúdo de umidade na condição de saturação, porque são muito porosos; entretanto esta água é fortemente ligada às partículas de argila, o que dificulta a permeabilidade.

2.    O tipo de uso do solo é fator de grande importância. Quando têm boa cobertura vegetal, o sistema radicular das plantas aumenta a taxa de infiltração, além de proteger o solo do impacto direto da chuva, prevenindo a compactação. O manejo inadequado do solo em áreas de cultivo, o pisoteio de animais, o tráfego sobre solo nu e os processos de urbanização acabam diminuindo drasticamente ou anulando a infiltração da água.

      O que é CN?
CN é o número de escoamento (frequentemente referido por número de escorrêncianúmero de curva ou simplesmente CN ou SCS-CN). Trata-se de um parâmetro empírico utilizado em hidrologia para obter previsões do caudal de escoamento superficial direto ou de infiltração, em função do volume de excesso de precipitação.
É um índice que representa a combinação empírica de três fatores: grupo do solo, cobertura do solo e condições de umidade antecedente do solo.

Tabelas - Tipos de uso do solo – Valores de CN

Verifique, nas tabelas abaixo, que os valores mais elevados de CN correspondem às áreas onde o escoamento superficial é maior e, em consequência, a infiltração é menor.




Tabela - Valores de CN para zonas urbanas




3.    O tipo de relevo faz variar a taxa de infiltração. O relevo acidentado diminui a infiltração da água no solo porque aumenta o escoamento superficial. Por outro lado, as depressões provocam a retenção da água, aumentando a infiltração no solo.

4.    A umidade do solo, esteja ele seco ou saturado de água, irá influir na infiltração. Quando a água atinge um solo seco ela não inicia um movimento descendente até que as partículas do solo estejam envolvidas por uma fina película d’água. Por outro lado, quando a umidade atinge o ponto de saturação, a infiltração diminui.

5.    A temperatura do solo, se elevada, favorece a evaporação e diminui a infiltração.

6.    O tipo de chuva também interfere, sendo que chuvas intensas saturam a parte superficial do solo, diminuindo a infiltração; ao contrário, chuvas finas e persistentes facilitam a infiltração.

7.    Outro fator é a profundidade do estrato impermeável: quanto mais profundo estiver, maior será a infiltração de água no solo.



Distribuição vertical da água subterrânea



Zonas verticais da subsuperfície

         Zona do Solo – Vai da superfície até a o final da zona de raízes, variando com o tipo de solo e vegetação. (+/- 1 metro).

         Zona Intermediária – Compreende a zona da raiz e da zona capilar.

         Zona Capilar – Varia do nível freático até o limite da faixa capilar, que varia inversamente ao tamanho dos poros do solo e diretamente com a tensão superficial.
Capilaridade é a capacidade de ascenso/descenso de um líquido em contato com um sólido, em pequenos espaços, causado pela força resultante da ação entre a atração das moléculas de líquido entre si (coesão) e entre líquido e sólido (adesão) e o peso desta coluna de líquido; assim, o líquido molha (água) ou não (mercúrio) o sólido.

         Nível da Água – Compreende ao nível que a água sobe na zona saturada.

         Zona Saturada – Ocorre abaixo do nível da água onde a porosidade é importante para sua definição.

Fases da Infiltração

A água que se infiltra está submetida a duas forças fundamentais:
      gravidade (força gravitacional)
      força de adesão de suas moléculas às superfícies das partículas do solo (força de capilaridade ou de atração capilar).

A infiltração da água no solo se processa em 3 fases, de cima para baixo: intercâmbio ou difusão, descida e circulação (ou escoamento subterrâneo).

1. Na fase de intercâmbio, o movimento da água é aleatório, sendo que o potencial mátrico, o qual determina o movimento capilar da água, é maior que o potencial gravitacional. Pequenas quantidades de água no solo tendem a se distribuir uniformemente pela superfície das partículas.

Na fase de intercâmbio, a água está próxima à superfície do terreno, sujeita a retornar a atmosfera por uma aspiração capilar, provocada pela ação da evaporação ou absorvida pelas raízes das plantas e em seguida transpirada pelo vegetal.

A força de adesão é mais forte do que a força da gravidade que age sobre esta água. Em conseqüência, a água ficará retida, quase imóvel, não atingindo zonas mais profundas.

2. Na fase de descida cresce o potencial gravitacional e dá-se o deslocamento vertical da água, quando a ação de seu peso próprio supera a adesão e a capilaridade. Ao atingir a faixa de capilaridade, a água prossegue descendo por movimento capilar vertical. Nesta fase de descida, o potencial gravitacional é muito maior que o potencial mátrico. Esse movimento se efetua até atingir uma camada suporte de solo impermeável.

Observações importantes
         A força gravitacional atua no sentido vertical, fazendo que a água se infiltre de cima para baixo no perfil do solo.
         A força capilar atua em todas as direções, principalmente quando o solo se encontra com baixa umidade.

3. Na fase de circulação, que ocorre na faixa de água subterrânea, devido ao acúmulo da água, são constituídos os lençóis subterrâneos.

O movimento da água deve-se também à ação da gravidade, obedecendo às leis de escoamento subterrâneo. O movimento da água na zona de saturação do solo ocorre conforme o mergulho da camada impermeável subjacente, em direção a uma nascente. 

Fluxos subterrâneos. Observe que o tempo de duração do fluxo depende do tipo de formação geológica a ser atravessada. Quando se trata de atravessar uma ou mais camadas de baixa permeabilidade, o tempo do fluxo aumenta consideravelmente.
Esse movimento é dado pela Lei de Darcy (V = kA . dh/dl), que é expressa em m3/s.

Lei de Darcy

A Lei de Darcy rege o escoamento da água nos solos saturados, e é representada pela seguinte equação:
V = KA.dh/dL
Onde:
V é a vazão de infiltração;
K é a condutividade hidráulica (medida através de permeâmetros);
A é a área da secção analisada;
h é a Carga Piezométrica ou Altura Piezométrica (altura da água de um aquífero confinado medida num piezômetro).
L é a distância entre os pontos medidos.

Observação: em situações específicas, o fluxo da água subterrânea pode mudar ou até mesmo se inverter, como mostrado na imagem abaixo. 


Porosidade total
A Porosidade total (P) varia de 25 a 35% na maioria dos aquíferos. É expressa como a relação entre o Volume de vazios (Vv) e o Volume total (Vt) menos a densidade volumétrica (ρb)/ densidade dos grãos (ρm)
P = Vv/Vt = 1 - ρb/ ρm
É expressa em %, portanto a equação é definida como:
P = Vv/Vt x 100

Porosidade eficaz

É a parte da porosidade que pode ser traduzida em fornecimento d´água.

Pe = (Vac / Vt) x 100  
      Vac = volume de água extraído (*)
      Vt = volume de terreno 
(*) O volume Vac referido representa a quantidade de água que circula por ação da gravidade.

Capacidade mínima de infiltração, conforme o grupo de solo.

Capacidade de infiltração a quantidade máxima de água que pode infiltrar no solo, em um dado intervalo de tempo, sendo expresso geralmente em mm/h. A capacidade de infiltração só é atingida durante uma chuva se houver excesso de precipitação. Caso contrário, a taxa de infiltração da água do solo não é máxima, não se igualando à capacidade de infiltração. A CI apresenta magnitude alta no início do processo e com o transcorrer do mesmo, esta atinge um valor aproximadamente constante após um longo período de tempo. Este valor é denominado taxa de infiltração estável, comumente conhecido com VIB (Figura abaixo).

Velocidade de infiltração e infiltração acumulada em função do tempo em solo inicialmente seco.


Infiltrômetros - São aparelhos para determinação direta da capacidade de infiltração local dos solos. Existem dois tipos:

     Infiltrômetros com aplicação de água por inundação, ou simplesmente infiltrômetros;
      Infiltrômetros com aplicação da água por aspersão ou simuladores de chuva.


Infiltrômetro

ESTE MATERIAL FOI EXTRAÍDO E MODIFICADO A PARTIR DE:

CARVALHO, Daniel Fonseca de SILVA, Leonardo Duarte Batista da. Hidrologia. Obtido em: http://www.ufrrj.br/institutos/it/deng/leonardo/downloads/APOSTILA/HIDRO-Cap5-INF.pdf. Acesso em: 1/3/2018.

CLEARY, R. W. Águas subterrâneas. Obtido em: http://www.clean.com.br/cleary.pdf.
FEITOSA & FILHO. Hidrogeologia Conceitos e Aplicações, 2.a ed.. Fortaleza : CPRM, 2000.
SANTOS, Sheila. Propriedades físicas do solo. Obtido em: http://site.ufvjm.edu.br/icet/files/2016/08/Propriedades-f%C3%ADsicas-do-solo.pdf, Acesso em: 15/2/2018.
USP. Permeabilidade.Obtido em: ftp://iag.usp.br/private/geo/agg209/Arquivo_10_Permeabilidade.pdf. Acesso em: 27/2/2018.